sábado, 25 de fevereiro de 2017

Livro | DMP | OSDA | A sociedade do anel - Livro 1 - J. R. R. Tolkien

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Edição: O senhor dos aneis - volume único - Martins Fontes - 2003

O senhor dos anéis é uma das obras mais importantes da literatura mundial, britânica e de fantasia. J. R. R. Tolkien criou um universo tão fantástico, que até hoje consegue-se encontrar elementos dele espalhados por outras obras, todas querendo fazer jus à obra que todo nerd e fã de fantasia medieval idolatra.

O livro toca em um tema que me agrada muito, que é a amizade. O laço que une os quatro hobbits ao saírem do Condado e se aventurarem naquele mundo feito para os gigantes, cruel e hostil. A amizade que une os nove membros d'A Sociedade do Anel, protegendo o portador e uns aos outros da melhor forma que conseguem. E principalmente, a amizade entre Frodo e Sam, que partem sozinhos em uma aventura da qual podem nunca voltar.

Para quem não sabe, e eu mesma fiquei sabendo apenas há uns dias, O senhor dos anéis não foi concebido como uma trilogia, mas sim como um livro único. E, por causa da guerra, quando os recursos para publicação de livros estavam em baixa, o editor de Tolkien sugeriu que o livro fosse publicado em partes:

A sociedade do anel - Livro I e Livro II
As duas torres - Livro III e Livro IV
O retorno do rei - Livro V e Livro VI

Hoje, vou falar especificamente sobre a primeira parte desse livro, que engloba desde o capítulo I (Uma festa muito esperada) até o capítulo XII (Fuga para o vau).

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::: PREFÁCIO :::

A minha edição começa com um prefácio escrito pelo próprio autor, no qual ele faz algumas considerações sobre sua inspiração para escrever o livro ou, melhor dizendo, aquilo que não foi sua inspiração. Por muito tempo, afirmou-se que O senhor dos anéis era uma alegoria sobre a Segunda Guerra Mundial. Inclusive, foi exatamente isso que ouvi de um professor na faculdade de jornalismo. Porém, no prefácio, J. R. R. Tolkien afasta essa ideia:

"A verdadeira guerra não se assemelha à guerra lendária em seu processo ou em sua conclusão. Se ela houvesse inspirado ou conduzido o desenvolvimento da lenda, então certamente o Anel teria sido apreendido e usado contra Sauron; (...) Outros arranjos poderiam ser criados de acordo com os gostos ou as visões daqueles que gostam de alegorias ou referências tópicas. Mas eu cordialmente desgosto de alegorias em todas as suas manifestações (...)."

::: PRÓLOGO :::

O prólogo é uma das partes difíceis para quem está começando a ler Tolkien. Isso porque, nesse ponto, ele não vai começar com uma história sobre a qual o livro vai se desenvolver. O autor optou por falar dos hobbits, um povo baixo - alcança no máximo 1, 50 m -, simpático e astuto, e muito faminto. Tolkien conta tudo o que pode sobre eles: a história, a cultura, a relação com a comida, a relação com a erva-de-fumo e até os feitos de hobbits famosos, como Bilbo Bolseiro, Frodo Bolseiro e outros que conheceremos nos capítulos seguintes...

Nesse ponto, Tolkien também fará uma espécie de resumo do livro O hobbit, falando sobre como Bilbo Bolseiro encontrou o Um Anel e trouxe para o pacífico Condado, onde o Um Anel permaneceu em silencioso repouso por longos anos.

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Para quem assistiu apenas aos três filmes de O senhor dos anéis dirigidos por Peter Jackson, pode parecer chocante ler esse primeiro capítulo e descobrir que, não apenas Bilbo e seu sobrinho Frodo fazem aniversário no mesmo dia, como um está fazendo 111 anos e o outro 33 anos, respectivamente.

A idade avançada de Bilbo é uma estranha circunstância para o povo do Condado, que não estavam acostumados a ver um hobbit chegar tão longe na vida. De fato, um hobbit normal não poderia viver tanto, mas Bilbo tinha um segredo: o Um Anel. De alguma forma, aquele anel o fazia viver muito além do tempo natural.

No final do primeiro capítulo, Bilbo parte para uma nova aventura, deixando para Frodo seu bem mais precioso. O Um Anel.

Segundo o próprio autor, o segundo capítulo, "A sombra do passado", é um capítulo essencial na história, pois conta toda a verdadeira história do Um Anel, desde que foi criado, até o momento em que é deixado sob os cuidados de Frodo. Uma história obscura e poderosa, que faz Frodo recuar diante da imensa responsabilidade que é colocada sob seus ombros despreparados. No entanto, segundo Gandalf, o mago, apenas um hobbit, poderia aguentar aquele fardo, como Bilbo havia provado.

O Um Anel foi criado por Sauron, para dominar outros anéis de poder que estavam sob a posse daqueles com alguma influência na Terra Média:

"Três Anéis para os Reis-Elfos sob este céu,
Sete para os Senhores-Anões em seus rochosos corredores,
Nove para Homens Mortais, fadados ao eterno sono,
Um para o Senhor do Escuro em seu escuro trono
Na Terra de Mordor onde as Sombras se deitam.
Um Anel para a todos governar, Um Anel para encontrá-los,
Um Anel para a todos trazer e na escuridão aprisioná-los
Na Terra de Mordor onde as Sombras se deitam"

Frodo recebe de Gandalf o aviso de que chegará o dia em que ele precisará sair do Condado, levando o Um Anel para o fogo de Mordor, único local onde ele poderá ser destruído.

Mas demora pelo menos 17 anos para que isso realmente aconteça. E mesmo assim, apenas depois que ele descobre estar sendo perseguido por criaturas negras que andam à noite, à cavalo e são capazes de sentir sua presença - ou a do Um Anel - há vários quilômetros de distância. São os Cavaleiros Negros, espectros do Um Anel, que vêm buscando-o para devolver ao seu verdadeiro dono, Sauron.

Enquanto se prepara para sair do Condado, Frodo conta com a ajuda de seus amigos, Pippin, Merry, e de seu jardineiro, Sam. Apesar de não ter contado a eles quais eram seus planos, no fim Frodo descobre que todos já sabiam e pretendiam partir com ele para a estranha aventura.

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No caminho para a cidade de Bri, os quatro hobbits se perdem em uma floresta na qual as árvores parecem se mexer e repeli-los. Só conseguem escapar com a ajuda do cantarolante e saltitante Tom Bombadil.

Na minha primeira leitura de A sociedade do anel, eu tive séries dificuldades para ler o trecho em que os quatro hobbits passam pela residência de Tom Bombadil, em seu caminho para a cidade de Bri. Não conseguia gostar da cantoria e do jeito desse personagem. Nessa segunda leitura, no entanto, a passagem toda pareceu bem menor do que eu me lembrava e bem mais tranquila. E, dessa vez, me prendi mais à questão "Quem é Tom Bombadil?"

"- Ele é - disse ela (Fruta d'Ouro), cessando seus movimentos rápidos e sorrindo. Frodo olhou para ela curioso. - Ele é, como já viram - disse ela em resposta ao olhar de Frodo. - Ele é o Senhor da floresta, das águas e das colinas.
"- Então toda esta região estranha lhe pertence?
"- Na verdade não! - respondeu ela, e o sorriso que tinha no rosto desapareceu. - Isso seria um fardo pesado demais - acrescentou ela em voz baixa, como se falasse consigo mesma. - As árvores e o capim e todas as coisas que crescem ou vivem neste lugar só pertencem a si mesmas. Tom Bombadil é o Senhor. Ninguém jamais prendeu o velho Tom quando ele caminhava pela floresta, atravessava as águas, ou pulava nos topos das colinas, seja de noite, seja de dia. Ele não tem medo. Tom Bombadil é o Senhor."

Ou seja, não fica muito claro.

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Quando chegam à cidade de Bri, onde pensavam encontrar Gandalf, descobriram que o mago não era visto há vários meses. Além disso, a cidade parecia estar à beira de um grande acontecimento, embora o sentimento ainda fosse incerto. Pessoas estranhas chegavam e partiam todos os dias, com frequência cada vez maior e com histórias ainda mais estranhas. Uma sombra crescia sobre todos e o medo já começava a predominar.

A chegada dos quatro hobbits vindos do Condado - coisa que não acontecia com frequência - parecia
apenas mais uma das muitas coisas estranhas que vinham acontecido. Tentando passar despercebidos, os hobbits acabam chamando atenção demais para si. Uma contradição estranha apenas se não se considerar que eles não tinham ideia real do perigo que estavam correndo.

Na pousada "Pônei saltitante" eles conhecem Passolargo, um homem que conhece os caminhos para a lendária Valfenda, a terra dos elfos. Passolargo é um homem misterioso e de ar perigoso, mas se anuncia como amigo de Gandalf e amigo dos hobbits em sua missão. Apesar de não acreditarem no homem logo de cara, as circunstâncias fazem com que os quatro hobbits só possam contar com ele para sair da situação onde se encontram, pois os Cavaleiros Negros foram alertados sobre seu paradeiro.

Ao partirem para Valfenda, o novo grupo tem seu primeiro confronto com os Cavaleiros Negros e Frodo, que decide usar o Um Anel para tentar escapar, acaba se colocando em um perigo ainda maior e é atacado com uma lâmina negra.

A primeira parte termina com a chegada dos hobbits e Passolargo à Valfenda, mas Frodo está mortalmente doente e precisa de ajuda imediata.

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Nossa, esse post ficou bem maior do que eu imaginava :P

Ainda não está no formato que eu queria, mas vamos ver no que vai dar, não é?

Ainda não sei quando vou postar a segunda parte, porque eu ainda tenho que lê-la, mas nos vemos no próximo sábado com outro post. Até a próxima então ^_^

sábado, 18 de fevereiro de 2017

DMP | O senhor dos aneis - J. R. R. Tolkien | Apresentação

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Edição: O senhor dos aneis - volume único - Martins Fontes - 2003

No início desse ano, eu andava quebrando a cabeça para montar minha lista de livros por ler nesse ano. Três coisas estavam claras para mim:

1) Eu terminaria o que comecei em 2017;
2) Eu não faria promessas no blog apenas para depois não cumpri-las; e
3) Eu tinha que encaixar "O senhor dos anéis" em algum lugar.

Isso porque, em 2017, comemora-se 125 anos de J. R. R. Tolkien, o pai da literatura fantástica. Certas datas não podem passar batidas. Porém, eu planejava fazer essa releitura apenas no segundo semestre. Foi então que eu vi o vídeo da Tatiana Feltrin convidando para uma leitura conjunta desses livros. Eu, que precisava de um empurrãozinho para começar, não pensei duas vezes. E até agora não me arrependi.

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Na minha primeira leitura de O senhor dos anéis - que foi logo após terminar os livros de Harry Potter - não foi fácil, não. Leitora ainda inexperiente, eu gostei do livro, mas achei algumas passagens arrastadas e difíceis. E até chatas. Por todos esses onze anos que separaram a primeira tentativa da segunda, eu amargava injúria contra Tom Bombadil, personagem misterioso e estranho que aparece no meio da primeira parte. Sempre que A sociedade do anel vinha à cabeça, Tom e sua cantoria alegre - e irritante - vinha junto.

Hoje, mais madura e paciente do que era aos dezesseis, consegui até gostar do personagem. A passagem dele pela história, que antes parecia ser longa demais, dessa vez fluiu tranquilo e quando pisquei, já tinha acabado. A memória e a imaturidade pregam peças na gente.

Outra parte que fora difícil de assimilar à época, foi o prólogo. Páginas e mais páginas sobre hobbits e suas comunidades me pareceram uma ideia chata no começo. Quem são, o que fumam e onde vivem criaturas com as quais eu não sei porquê devo me importar, é um modo arriscado de começar um livro.

Hoje, também entendo melhor os motivos daquele prólogo. Tolkien pode ter partido do princípio que os leitores de OSDA já haviam lido O hobbit. No foi o meu caso. Li O hobbit, apenas em 2015, enquanto que minha aventura com OSDA começou em 2006.



Viu? Às vezes a gente julga um livro por pensar que sabemos tudo e que nossa opinião será sempre a mesma, mas felizmente não é assim que acontece. E é por isso que gosto de reler meus livros favoritos. Além de ter a chance de perceber detalhes que antes passavam despercebidos, também temos a chance de mudar nosso ponto de vista e amadurecer pensamentos antigos.

Enfim, viu anunciar um projeto novo no blog. Eu vou acompanhar a leitura da O senhor dos aneis junto com a Tatiana Feltrin, do TLT, e, conforme for concluindo cada parte dos livros, postarei sobre ela aqui no blog. As postagens conterão spoilers!

O primeiro post será na próxima quarta feira, se tudo der certo, ou no próximo fim de semana (Carnaval à base de leitura, como sempre). O plano também é fazer uma resenha, essa sim sem spoiler ao final de cada livro, então para quem ainda não leu, também terá conteúdo no blog.

Espero que gostem do projeto e até a próxima :D

domingo, 12 de fevereiro de 2017

Livro | Resenha | Uma longa jornada - Nicholas Sparks

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Esse foi o segundo livro de Nicholas Sparks que eu li. O primeiro foi Diário de uma paixão, que como é possível ver na minha resenha, eu gostei. Sua adaptação cinematográfica está até hoje entre os meus filmes favoritos e eu não me arrependo de ter elogiado essa primeira experiência.

Assim como aconteceu na primeira leitura de Nicholas Sparks, também fui ler Uma longa jornada após assistir ao filme (vários meses depois). O filme não tem nenhum ator muito conhecido, a menos que você reconheça Melissa Benoist (de Glee e Supergirl) como a amiga da protagonista, e Scott Eastwood, que basicamente é filho do Clint Eastwood. A grande vantagem do filme em relação ao livro é que ele faz parte daquela curiosa e rara categoria de adaptações que são melhores que suas obras originais.

Por quê? Porque a impressão que o livro dá é que a jornada é realmente muito longa. O filme, em contrapartida, é mais direto, dura menos tempo e dá uma dinâmica mais interessante ao encontro dos protagonistas das duas partes da história.

Explico. O livro é dividido em duas narrativas, que se interrompem ao longo de todo o livro. Começamos acompanhando a narração em primeira pessoa na voz de Ira, um senhor de 91 anos, que sofreu um acidente de carro e, em meio a seu desespero e delírios, começa a reviver momentos de sua vida com a falecida esposa, Ruth.

Logo em seguida, conhecemos Luke e Sophia, dois jovens que vêm de ambientes muito diferentes, se conhecem e se apaixonam sem motivo nenhum.

Então, passamos por essas histórias que a gente sabe que vão se interligar em algum momento, mas parecem nunca chegar lá. E, quando chega... não temos a recompensa esperada.

Falando especificamente sobre Ira e Ruth, mais uma vez Sparks apela para o romance leve e meio brega de duas pessoas que envelhecem juntas e se amam incondicionalmente. É uma história bonitinha e sempre me pega, quando toca na questão de perder um companheiro de uma vida inteira. Uma ideia assustadora, se você parar para pensar nisso também. No entanto, correndo o risco de ser repetitiva, tanto drama e romance torna impossível que a história não soe brega.

Sobre Luke e Sophia, eu não poderia me importar menos com dois protagonistas. Nada contra, eles são até simpáticos, mas não consegui me ligar a eles. O tempo todo Sophia era pintada como aquela garota boa, criada pelos pais amorosos, que só teve uma experiência sexual e precisa de um homem protegendo-a. Sério. A primeira interação entre ela e Luke é quando ele vem defendê-la do ex-namorado agressivo. Mais clichê impossível.

Luke, por sua vez, é um cowboy, peão de rodeios, o típico cara selvagem-bonzinho-romântico que parece um imã para mulheres. O motivo principal de eu não ter ido com a cara dele é que eu sou totalmente contra usar animais para esportes, ainda mais quando o "esporte" em questão envolve tortura e maus tratos. Desculpa, Luke, mas você é uma pessoa ruim só por apoiar isso.

Durante a maior parte do tempo em que eu lia os capítulos de Luke e Sophia, eu queria voltar a ler os capítulos de Ira. E quando ia ler os capítulos de Ira, queria que ele fosse um pouco mais direto ao ponto.

Resultado? Levei meses para ler um livro de 361 páginas e não valeu a pena. Além disso, não me vejo lendo outro livro do Nicholas Sparks tão cedo.

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Se tiver alguém aí que tenha gostado do livro, por favor, não me odeie. Algumas histórias simplesmente não funcionam para todo mundo. E, pode deixar nos comentários qual é a sua opinião sobre o livro e sobre o autor.

Tenham uma boa semana e até a próxima.

sábado, 4 de fevereiro de 2017

Lista | Assistidos de janeiro | 2017

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Olá você!!! Chegou a hora de falar de tudo o que eu assisti nesse janeiro de 2017. Não foi muita coisa, mas o que deu para assistir, super valeu a pena :). Então prepare sua Netflix e separe o dinheiro para o cinema, porque hoje tem!

::: CINEMA :::

Assassin's Cred



Cal Lynch é preso e condenado à morte por assassinato. No entanto, após receber a injeção que deveria ser letal, Cal acorda em uma instalação científica e descobre que foi mantido vivo para reviver a trajetória de Aguilar, seu ancestral e membro do "Credo dos Assassinos", que viveu no século XV.

Comecei o ano assistindo um filme para o qual eu estava com pouca expectativa. Eu não sou gamer, então minha relação com esse filme era de pura curiosidade. Ir ao cinema sem grandes expectativas costuma dar certo. O filme é legal, direto ao ponto, e pelo que meu namorado gamer disse, fiel ao jogo.

Um crime de mestre



Estrelado por Ryan Gosling e Anthony Hopkins, o filme traz a história de um jovem promotor (Gosling) que está subindo na carreira e que aceita representar o Estado contra Ted Crawford (Hopkins) em um caso que parecia ser fácil: homicídio doloso com confissão. No entanto...

Filme bom, mas também um pouco morno. Bom para quem, como eu, gosta de filmes de tribunal, e mais ou menos, para quem gosta de filmes muito bons de tribunal.

::: TELEVISÃO :::

Qualquer dia, vou fazer um post específico sobre séries coreanas que estão em alta na Netflix, mas até esse dia chegar, vou focar nessas duas:

My runaway



Essa série sul coreana conta a clássica história de duas pessoas completamente diferentes, trocando de corpo. Uma estudante de ensino médio meio avoada e um supermodelo arrogante. Não tem absolutamente nada de original nessa série: eles não se dão bem quando se conhecem, eles pertencem a mundos diferentes e um belo dia um acidente inexplicável faz com que ambos troquem de corpo. Mesmo assim, é uma boa série para passar uma tarde de sábado. A 1a temporada tem 6 episódios de menos de meia hora cada. Rapidinho. Recomendado para dias de TPM :p

Se entendi bem, vai ter continuação com outros personagens... ou foi só uma brincadeirinha no final, mesmo... se alguém souber, me conta nos comentários.

Madame Antoine




O favorito do mês <3
Conta a história da falsa vidente Go Hye Rim, que um belo dia descobre que vai ter que dividir o espaço onde trabalha com uma centro de terapia que, detalhe: tem o mesmo nome que seu negócio de vidência. Dividindo o horrível nome "Madame Antoine", Go Hye Rim e Choi Soo Hyum são o clássico casal-que-não-se-dá-bem só que com uma adendo:
Choi quer provar sua teoria de que "mulheres são incapazes de amar verdadeiramente" e por isso propõe a seu assistente e seu meio irmão uma experimento: com três perfis diferentes, cada um deles vai se aproximar de Go Hye Rim e tentar conquistá-la. Aquele que ela escolher - o fofo, o atleta ou o homem bem sucedido - provará sua tese absurda.
São 16 episódios de uma hora. O interessante, além da relação de gato-e-rato dos protagonistas, é que durante os episódios aparecem várias subtramas relacionadas ao centro de psicologia, todas bem resolvidas e envolventes.
A história pode parecer bobinha, mas o que me fez gostar tanto dessa série (que assisti entre sábado e domingo), é que os outros personagens também são legais e interessantes e têm seu próprio desenvolvimento (dentro do possível em dezesseis horas).

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E vocês, o que assistiram nesse comecinho de 2017? Como o meu, seu ano parece promissor? =D

Até o próximo post e tenham uma boa semana ^_^.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Lista | Leituras de janeiro | 2017

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Olá você!

Janeiro de 2017 foi um mês muito bom para leitura! =D Apesar de só ter terminado de ler um livro, consegui adiantar bastante coisa do que já estava planejado e algumas boas surpresas no caminho.

Eu não defini uma meta de livros específica para 2017, porque a de 2016, minha primeira tentativa nesse sentido, foi um belo fracasso. Eu leio o que tenho vontade e isso inclui colocar livros novos como prioridade.

Ou seja, não nasci para definir metas huahuauahuah



Enfim... vamos ao que interessa ;)

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1) O morro dos ventos uivantes - Emily Brontë (Páginas lidas em 2016: 114 / Páginas lidas em Jan/2017: 197):

Essa foi, na verdade, uma releitura. Minha relação com esse livro é bem curiosa. Eu tentei ler duas vezes, antes de finalmente conseguir seguir em frente com a leitura. Eu não gostava do narrador-principal do livro e achava a constante mudança de vozes narrativas confusa... mas nessa releitura, o narrador-principal me pareceu menos chato, não houve tanta confusão na troca de vozes e o livro se confirmou no meu coração como um dos meus favoritos na vida!
Publiquei a resenha no dia 14/01/2017 e você pode ler nesse link.











2) Uma longa jornada - Nicholas Sparks (Páginas lidas em 2016: 145 / Páginas lidas em Jan/2017: 133):

Eu percebi que não sou a maior fã de Nicholas Sparks. Apesar de gostar muito de Diário de uma paixão, a fórmula básica do autor - romance açucarado e drama excessivo - não me agrada. Tem sido uma leitura beeeem arrastada.
Para quem se interessa, minha resenha de Diário de uma paixão foi publicada em 28/03/2013 e você pode ler nesse link.













3) O festim dos corvos - As crônicas de gelo e fogo #4 - George R. R. Martin (Páginas lidas em 2016: 257 / Páginas lidas em Jan/2017: 33):

A leitura d'As crônicas de gelo e fogo sempre foi lenta para mim. Algo que se arrastava ao longo de um ano inteiro. E, considerando que já tomei spoilers por causa da série da HBO, estou lendo sem pressa nenhuma, confesso. Mas continua sendo uma leitura muito agradável e que vale muito à pena.

A Bárbara fez resenha dos três primeiros livros da série. Você pode ler nesses links:







4) A sociedade do anel - O senhor dos aneis #1 - J. R. R. Tolkien (Páginas lidas em Jan/2017: 138):

No meio do caminho, surgiu o projeto do Canal TLT, da Tatiana Feltrin, que se propõe a reler a trilogia d'O senhor dos aneis, de J. R. R. Tolkien. Essa era uma releitura que eu desejava fazer há muito tempo, para poder finalmente terminar o terceiro livro, e tinha decidido fazer isso em 2017. Coincidências da vida, eu acabei só adiantando o começo.










5) O mundo assombrado pelos demônios - Carl Sagan (Páginas lidas em Jan/2017: 60):

Mais uma surpresa de planejamento em 2017. Eu finalmente cedi e comprei esse livro que estava na minha lista de desejados há bastante tempo. E estou adorando, se querem saber. Livro teórico, cético e científico.











Total de páginas: 561 =D

Para mais resenhas, não esqueça de visitar a página Livros e Quadrinhos, onde você vai encontrar todas as resenhas já publicadas no blog.

Uma ótima semana a todos e um bom fevereiro repleto de leituras! =D