sábado, 16 de setembro de 2017

{F} Resenha | It, A coisa - Parte 1 | Andy Muschietti

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No último dia 7 de setembro, estreou o filme It, A Coisa - parte 1 segunda adaptação da obra de mesmo nome de Stephen King e primeira adaptação para o cinema (It, uma obra prima do medo foi uma minissérie em dois capítulos para a televisão).

Havia muita expectativa em torno desse filme, tanto pela comparação entre as duas versões de Pennywise, o palhaço dançarino, feitas pelo veterano Tim Curry (1990) e pelo "novato" Bill Skarsgard (2017); quanto por ser a segunda adaptação de uma obra de King em 2017... a primeira - A Torre Negra - não foi bem recebida por público e crítica.

It, a Coisa e seu Pennywise não são ícones do terror por acaso. Porém, para qualquer um que já tenha lido o livro ou assistido a essa nova adaptação, fica claro que classificar It como um filme de terror, é um erro de conceito. Mais do que um filme para assustar, It é um filme que pretende contar uma história de aventura, com muito humor e delicadeza e, sim, muita tensão quando necessário. Em outras palavras, sempre foi uma história muito mais sobre a força, inteligência e inocência das crianças do que sobre um monstro assombrando uma cidade.

Dito isso, o filme é fiel ao material original, mas tem sua própria identidade, mudando apenas o que é preciso, como o medo do personagem Richie Tozier, que no livro era lobisomen, e no filme passa a ser a figura do palhaço, em si.


Outra mudança relevante é a mudança do ano em que se passa a história. No livro, vemos o verão de 1958. No filme, estamos no verão de 1989. A mudança serve como uma forma de referenciar os filmes da década de 80 e se aproximar de outras obras que marcam presença na Cultura Pop, como Stranger Things, que referenciou It e depois foi referenciado de volta.

Além da habilidade com que o diretor mescla situações tensas com as brincadeiras típicas da adolescência, outra parte positiva do filme está no elenco. Bill Skarsgard está maravilhoso no papel de Pennywise, sem dever nada a Tim Curry e sem ofuscá-lo tampouco. O jeito como os olhos dele, logo na primeira vez que ele aparece, estão um em Georgie e outro no espectador é bizarro. Sem falar no sorriso...


No entanto, o destaque vai para as crianças. Todas muito boas e duas delas demonstraram ter um ótimo tempo cômico, são elas Finn Wolfhard (que fez o Mike em Stranger Things e aqui vive Richie Tozier) e Jack Dylan Grazer (Eddie Karspak). Mas minha preferida nesse novo elenco foi Sophia Lillis (Beverly Marsh), que conseguiu dar todas as camadas que a personagem precisava: é gentil ou durona quando precisa perto dos meninos e frágil diante do pai - o que, aliás, é o que mais me dá medo no filme. Não o monstro à espreita, mas os adultos que atacam ou os que fecham os olhos.

O filme foi dividido em duas partes, a primeira com os personagens centrais ainda crianças, conhecendo e lutando contra a Coisa pela primeira vez, e o segundo com os personagens já adultos, e focará mais na verdadeira natureza da Coisa e sua influência na cidade de Derry. A segunda parte será lançada em setembro de 2019.

Mas, se não quiser esperar até lá, Stephen King já deu a dica...


"Não quer esperar pela Parte 2 de It, o filme? Você sempre pode ler It, o livro. Apenas dizendo."

Leia a resenha do livro nesse link.

sábado, 2 de setembro de 2017

{F/S} Resumo | Assistidos | Agosto - 2017

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Olá =]

O ano está passando rápido e finalmente chegamos no melhor mês, setembro, mês do meu aniversário, fim do inverno e início da primavera. Sei que isso não é importante para ninguém além de mim, mas não consigo me impedir de ficar feliz por estarmos em setembro =D

Enfim, nada disso tem a ver com o post de hoje, que é mais um resumo do que eu assisti em agosto, o mês que demora um ano para passar.

Vamos lá?

::: Filmes :::

1) Austrália

O filme conta a história de Lady Sarah Ashley (Nicole Kidman), que se muda para a Australia para encontrar o marido, que estava cuidando da propriedade deles naquele país. Ao chegar, ela descobre que o marido acabara de ser assassinado por um aborígine, conhecido como Rei George. No entanto, o neto desse aborígine, um mestiço chamado Nullah, a convence que o crime foi cometido pelo capataz da fazenda.
Como mestiço, Nullah é procurado pelas autoridades australianas, para ser tirado da família, algo comum na Austrália daquela época (1939) e que ficou conhecido como Gerações roubadas. Durante a tentativa de se esconder das autoridades, Nullah e a mãe, aborígine, se escondem em uma torre de água, mas, por não saber nadar, a mãe morre e Nullah fica sob os cuidados de Sarah.
Sarah precisa de ajuda para levar o gado da fazenda até o porto, onde pretende negociá-los, e para isso conta com Drover (Hugh Jackman). 
A partir daí, o filme se mostra uma mistura de faroeste, com romance e no final até cenas de guerra tem. 
Sei que esse filme não é novo, mas só assisti no comecinho desse mês. Achei legal, mas para ser sincera, não morri de amores. Não sei bem porquê.

2) O que fazemos nas sombras

Esse é decididamente um filme que eu não estava esperando assistir. Meu namorado achou na Netflix e me mostrou e acho que finalmente encontrei um filme de comédia que realmente me pegou. Trata-se de um filme alemão, que se passa na Nova Zelândia (?), sobre vampiros tentando viver na sociedade moderna. A melhor parte, no entanto, é que se trata de um falso documentário!
Conhecemos então a rotina de quatro vampiros, cada um de uma época diferente (entre eles o famoso Conde Vlad, o empalador), que moram em uma casa no subúrbio da Nova Zelândia e precisam lidar com problemas como quem lava a louça, conflitos com lobisomens, convivência com humanos e caçadores de vampiros.




3) Annabelle 2 - A criação do mal

Então...
Eu sou fã da franquia Invocação do mal, um dos meus filmes de terror favoritos e gostei muito do primeiro filme da Annabelle, derivado da franquia. Então, eu estava ansiosa para assistir esse filme. E que decepção. Ele até dá uns sustinhos, mas filmes de terror não são feitos apenas de sustos. A bruxa é a maior prova disso. Não, filmes de terror são feitos de tensão e bons roteiros. Mas esse me entregou um clichê para explicar a tal "criação do mal". Não quero dar spoiler, mas foi a saída mais simples para explicar uma coisa que, sinceramente, não precisava ser explicada.
A melhor parte do filme foi o final, que amarrou com o começo do primeiro filme. Mas essa é a minha opinião, muita gente provavelmente nem liga para isso.
O filme conta desde a criação da boneca, até a chegada de um grupo de meninas órfãs, que precisam de um lugar para ficar, pois a igreja não tem mais condições para sustentá-las. Até aí tudo bem, porém...
Ah, desculpa, mas tenho que falar e se não quer saber spoiler, melhor pular para o próximo tópico...
<Spoiler> Se você tem a porra de uma boneca possuída na sua casa, mesmo que esteja contida na droga de um armário, porque você traz mais pessoas para a sua casa? Aliás, para começo de conversa, porque você não demoliu a casa, com a boneca dentro, logo que conseguiu prender a coisa, e se mudou para bem longe? Tá, filmes de terror já até nos ensinaram que fugir não adianta, mas isso ainda não explica porque eles aceitaram as crianças. O filme até tenta dizer que eles sentiam falta do barulho de criança na casa, mas eles sabiam que tinham uma bomba escondida ali. <Spoiler>

::: Séries :::

1) Game of thrones - Temp. 07 - Ep. 04, 05, 06 e 07

Como não podia deixar de ser, assisti aos episódios finais da temporada de GOT e, ao contrário do que muitos fãs estão dizendo, eu achei a temporada boa. Ainda não gosto do plano idiota do Tyrion, nem do fato de que ninguém percebeu que era idiota, mas ei, os fins justificam os meios. No caso, o "fim" é levar a história até onde ela tem que ir. Podiam ter pensado num jeito melhor de fazer isso? Provavelmente, mas não vou ficar aqui reclamando. Espero que a oitava e última temporada não seja apenas em 2019.
E sim, eu shipei, não gostou, me processa.







2) Amor e casamento - Ep. 13, 14, 15 e 16

Essa foi o primeiro kdrama que eu comecei a assistir... e o último que terminei. Não que ele seja ruim, mas como eu falei na resenha, é muito drama. Mesmo assim, eu gosto bastante dela.







3) O nevoeiro - Temp. 01 - Ep. 01, 02, 03, 04 e 05


Eu provavelmente não deveria começar uma nova série antes de terminar outras, como Orphan Black, por exemplo. Porém, não consegui resistir. É outra adaptação das obras do Stephen King e... né.
A série conta sobre uma cidade que de repente é tomada por um névoa. O que não seria tão ruim, se não houvesse alguma coisa ali no meio que provocasse alucinações (?) e mortes.
Tem um filme adaptando o mesmo conto (O nevoeiro), mas ainda não sei até que ponto tanto o filme quanto a série são fieis ao conto, porque também ainda não li. =/
O caso é que estou gostando da série, mesmo que a qualidade não seja aquelas coisas. Vamos ver no que vai dar.

sábado, 26 de agosto de 2017

{S} Resenha | Amor e casamento

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Amor e casamento é um drama sul coreano, que conta a história de Cha Gi-young, uma jornalista famosa, que se relaciona com um rapaz mais novo e acaba engravidando. A primeira reação do rapaz, o repórter culinário Park Tae-yeon, é fugir, pois ele não tem interesse em ser pai. Quando a ideia começa a ganhar espaço em sua mente, o casal encontra outro problema: a família conservadora dele. Ao saber da gravidez, os pais de Tae-yeon permitem o casamento, mas exigem que Gi-young pare de trabalhar e se enquadre no padrão conservador da família.

O problema é que desde pequena, Gi-young não confia nos homens. Enquanto crescia, ela viu a mãe ser a única responsável pela família, o que não apenas fez com que a jornalista tivesse pouca confiança nos homens, como a aproximou dos ideais feministas. Em vários momentos da série de dezesseis episódios, somos apresentados a questões de gênero na Coreia do Sul, a maioria muito parecida com os problemas que enfrentamos no Brasil. A não ser por um detalhe: aqui no Brasil, quando um casal se separa, é comum que o filho fique com a mãe. Na Coreia do Sul, a guarda fica com o pai.

Então, quando Gi-young se recusa a casar e aceitar as condições da família Park, e não encontra conforto em Tae-yeon, ela decide criar a criança sozinha. Sob a ameaça de ter a guarda do bebê tirada dela, Gi-young inventa uma mentira atrás da outra. Primeiro, diz que fez um aborto. Depois, quando a gravidez não pode ser mais escondida, ela diz que fez uma inseminação artificial. A princípio, ela diz que o doador é anônimo. Em seguida, seu ex-colega de bancada do jornal, Jo Eun-cha, por interesses políticos, afirma em rede nacional que ele é o doador do esperma.

Ou seja, a coisa vira uma bagunça.

Por ser uma figura pública - Cha Gi-young é a âncora do jornal da noite - sua gravidez e a decisão de ser mãe solteira torna-se o assunto da nação. Há muita gente - principalmente homens - que acham um absurdo e aqueles que têm poder de decisão em sua vida fazem de tudo para prejudicá-la. Gi-young perde a posição como âncora, é rebaixada, ameaçada várias vezes de perder o emprego, e se vê completamente sozinha por um bom tempo. Isso porque algumas mulheres não a tratam melhor. Sua própria mãe passa um longo período tentando convencê-la a interromper a gravidez, por se preocupar com "o que os outros vão pensar".

E, por mais estranho que pareça, o único apoio que Gi-young encontra é na figura de Eun-cha. Estranho porque, desde sua primeira cena, ele é apresentado como o típico cara machista que usa as mulheres e as descarta ao bel-prazer. Como co-âncora de Gi-young e acima na hierarquia, ele a destrata frequentemente e faz parte da turma que tenta prejudicá-la assim que descobre a gravidez. Ele é um personagem caricato e difícil de gostar. É através de suas falas que somos apresentados à síntese do pensamento machista que a série quer discutir. Eun-cha só tem interesse por si mesmo...

No entanto, também é ele que entrega algumas das melhores cenas. Enquanto suas atitudes são sempre dúbias, ele também é a pessoa que está presente quando Gi-young sente-se perdida. Quando Gi-young quase sofre um aborto espontâneo ao vivo, quando a bolsa estoura, quando Cha Dan (o filho, que conhecemos quando a história avança três anos) passa vergonha na escola por não ter pai, quando... melhor por aqui.

Achei interessante a maneira como o personagem deixa de ser o porta-voz do machismo e gradualmente se transforma em um porta-voz do feminismo. Isso porque ele presencia situações tão abusivas e absurdas que nem mesmo sua consciência consegue aceitar.  Não que você vá simpatizar muito com ele, porque no fim das contas, ele ainda é um personagem essencialmente chato. Mas você vai desculpá-lo.


Quem não é possível desculpar, é o Tae-yeon. A criatura mais egoísta e imbecil da história inteira. Gi-young como você pode se apaixonar por esse cara? Sério!

Algo que não é muito agradável na série são as atuações. Kdramas normalmente têm atuações exageradas, mas nada que se compare com Amor e casamento. É um overacting atrás do outro, seja na comédia, seja na tragédia. Para assistir e aguentar é preciso ter graduação em novelas mexicanas e pós-graduação em kdramas. Porém, no fim das contas, vale a pena.

Especialmente por causa da discussão social. Não apenas em relação à família tradicional sul-coreana, mas às outras questões apresentadas através dos demais personagens. Relacionamento com homens mais novos, divórcio, traição, casamento por interesse, etc.

Mesmo com todo o drama e as lágrimas intermináveis de Gi-young, a discussão de gênero permanece como sub-texto ao longo de toda a trama. Quem escreveu esse roteiro certamente queria passar uma mensagem. E passou. Claro, nesse caso, estavam pregando para uma convertida, mas quem sabe não abre os olhos de mais alguém por aí.

*****

Atores:
Gi-young - Park Si-yeon
Jo Eun-cha - Bae Soo-bin
Park Tae-yeon - No Min-woo

sábado, 12 de agosto de 2017

{F} Recomendação | Filmes de terror | #1

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Olá! XD

Hoje resolvi falar sobre filmes de terror, só porque deu vontade e não quero esperar até outubro. Não sou nenhuma especialista no assunto, comecei a assistir filmes do gênero há pouco tempo, graças a Stephen King, então... Mas as recomendações de hoje são um pouco temáticas - trata-se de filmes que não estão no circuito de Hollywood. São dois filmes orientais, que trazem toda aquela estética característica que combina muito bem com o terror. E, claro, se você não tem estômago para assistir a imagens fortes, é melhor ignorar esse post...

1) Battle Royale - Japão



Eu já fiz a resenha do livro lá em 2015, caso você prefira conhecer pela mídia primária.

A história se passa em um futuro distópico e em um país chamado República da Grande Ásia Ocidental onde o governo é autoritário. Para controlar a população, eles criam o Programa, no qual a nona turma de ensino fundamental é escolhida para participar de um jogo... no qual eles precisam matar uns aos outros para sobreviver.

Você já viu essa premissa em algum lugar, né? Mas, só para constar, esse livro e o filme vieram bem antes, okay?!

Apesar de algumas diferenças em relação ao livro e ao manga, o filme acompanha esses jovens enquanto nos traz flashbacks sobre suas vidas antes de serem levados para a ilha. E sou obrigada a avisar que, sendo um filme japonês, tem muito sangue e gore e overacting.

"A vida é um jogo"
2) Invasão zumbi - Coreia do sul



Esse filme é mais recente e causou certo falatório quando foi lançado. Trata-se, como o nome já diz, de um filme de zumbi, que veio um pouco depois da explosão de filmes e séries sobre o gênero. Mas, se quer a minha nada humilde opinião, esse filme é bem melhor que muitas das obras. Para ficar no campo cinematográfico, é melhor que Guerra Mundial Z.

No filme, a gente acompanha um pai divorciado que tenta agradar a filha levando-a para passar o aniversário com a mãe, na cidade sul coreana Busan. No trem, eles descobrem que o país está passando por uma crise para a qual está despreparada: as pessoas estão surtando e atacando uma às outras. Claro, ninguém nunca fala a palavra zumbi nesses filmes.

Aos poucos somos apresentados a outros personagens-sobreviventes e vai ficando muito difícil não torcer para que eles consigam chegar a Busan, mas, sabe como é, né...

De novo, sangue, gore e overacting, porque sim.


domingo, 6 de agosto de 2017

Filme - Série | Resumo | Junho - Julho | 2017

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Olá você!

Mais um post sobre os filmes e séries que assisti nesses últimos dois meses. Estou bem contente com a maioria deles, porque foram ótimas opções para passar o tempo, embora nem todas tenham sido minha primeira vez assistindo... rs

Recordar é viver, certo?

Bom, vamos começar, porque a lista é longa.

::: FILMES :::

1) Mulher-Maravilha
Um ótimo filme sobre super heróis, como há muito tempo eu não via. De verdade. Estou ficando um pouco de saco cheio do gênero, que parece cada vez mais desesperado para fazer mais e... acaba fazendo menos. Enfim, esse filme foi bom e eu adorei cada pedacinho dele... até o final, que deixou um pouco a desejar. Para mais detalhes, ler a resenha que vou deixar linkada aqui.











2) Homem-aranha: De volta ao lar
Esse é um personagem do qual eu gosto bastante, apesar de não ser a maior fã da Marvel Comics. Sou da geração que assistiu aos primeiros filmes com Tobey McGuire e não consigo desapegar da minha primeira impressão deles, que é positiva. Ignorando, claro, o terceiro filme, porque...
Bom, em De volta ao lar, temos outro aranha, esse vivido por Tom Holland, que é um ator que conheci no filme O impossível. Adorei saber que ele ficou com o papel, acho que é um ótimo ator.
Sobre o filme em si, gostei muito. Mas as cenas de ação ficaram um pouco estranhas. Muita coisa acontecendo e não dá para ver direito. Gostei do vilão também, apesar de achar que as "coincidências" da vida são muito forçadas, isso em qualquer história.



3) A múmia
Pensa em um filme ruim. Aqui está ele. Eu sou fã do trabalho do Tom Cruise, mas sou ainda mais fã dos dois filmes da franquia estrelados por Brendan Fraser. O último eu também desconsidero, por motivos de ser muito ruim. Enfim... aqui temos uma tentativa de reinventar a franquia e integrá-la ao universo de monstros que a Universal Studios está tentando criar. A ideia é até boa e tem uma referência curiosa a O médico e o monstro do Robert Louis Stevenson. Mas a história é fraca. Para variar, o protagonista tem que ter uma parceira inútil a ser salva e a vilã é genérica e sem força.








4) Independence day: O ressurgimento
Lembra daquele filme que passava direto na sessão da tarde, com o Will Smith e que tentava fazer a gente acreditar que o presidente dos Estados Unidos subiria em um caça para salvar o mundo? Então, esse filme aí ganhou uma continuação há alguns anos. Sem Will Smith. Não que tenha feito falta. Mas... o filme não é muito bom não.











5) O Clube dos Cinco
Se você ainda não assistiu esse filme, tem alguma coisa faltando no seu conhecimento de Cultura Pop. Sou uma entusiasta desse filme, desde a primeira vez em que assisti e me identifiquei tão rápido com aqueles personagens - especialmente a esquisita - que não consegui esquecer nunca mais. E é claro que precisei assistir de novo e de novo e de novo e quantas vezes mais forem necessárias. Adoro esse filme.











6) Ela é demais
Tá, esse filme não é tão legal, mas eu precisei assistir de novo. Clássico caso de menina-feia-que-fica-bonita-quando-tira-os-óculos e do cara-que-fez-uma-aposta-mas-se-apaixona-de-verdade.
Enfim, bobagem adolescente dos anos 90.












7) Enquanto você dormia
Um filme da Sandra Bullock em que ela é apaixonada por um cara com quem ela nunca falou. Ele sofre um acidente e ela o salva, mas ele fica em coma por várias semanas. Durante esse tempo, ela se apaixona pelo irmão do cara... Eu sei, parece bobo, mas eu gosto, tá!













8) Até o último homem
Esse filme é com o Andrew Garfield, que também fez o Homem-Aranha recentemente (O incrível Homem-Aranha). Aqui, ele interpreta um rapaz que se alista no exército, mas, por questões religiosas, se recusa a pegar em armas. Depois de enfrentar vários desafios para se provar e permanecer no exército, ele prova seu valor quando salva a vida de vários homens que ficaram para trás após enfrentar o exército japonês na Segunda Guerra Mundial. Baseado em fatos reais.








9) Invencível
Na mesma onda de história real de um veterano de guerra, assisti esse filme, que foi dirigido por ninguém mais, ninguém menos que Angelina Jolie. Conta a história de um jovem atleta que após participar de uma olimpíada, foi para a guerra e se tornou prisioneiro de guerra dos japoneses (eles de novo). A história é bem triste, de fato, mas o apelo dramático é um pouco mais forçado aqui. Mesmo assim, é um bom filme.











10) Invasão zumbi
De longe, meu favorito nessa lista. É um filme coreano sobre zumbis. E eu estou muito apegada à Coreia do Sul ultimamente...
De qualquer forma, a história acompanha um pai divorciado e sua filha, enquanto eles pegam um trem para levá-la à casa da mãe, em Busan. No caminho, eles descobrem que o país inteiro está sob uma nova ameaça: os zumbis (claro que ninguém usa esse nome, o que parece ser uma regra-não-dita do gênero).
A pegada é eletrizante e eu me peguei torcendo pela vida de vários personagens... em vão.
Muito bom esse filme!!!







::: SÉRIES :::

1) Game of thrones - Sétima temporada, episódios 1, 2 e 3
Sim, claro que a maioria já poderia imaginar isso vindo. Estamos naquela fase em que parte das pessoas na internet são fãs que assistem religiosamente os novos episódios nos domingos. Os que não conseguem assistir e precisam fugir dos spoilers. E tem aqueles que não fazem a menor ideia do que está acontecendo e só fica com raiva das outras duas partes por não conseguir falar sobre outra coisas. Uma dica para essa turma: é assim que a gente se sente quando vocês não param de falar sobre Big Brother Brasil.









2) Oh my ghost
Mais uma série coreana para minha lista! E mais uma muito boa.
Soon-ae morreu há pouco mais de dois anos, mas precisou ficar na Terra para resolver seu "ressentimento", que ela acredita ser o fato de ter morrido virgem. Para isso, ela tenta possuir outras mulheres e utilizar seus corpos para conseguir o que quer, mas sem sucesso. Até que ela esbarra em Bong-sun, uma garota tímida que tem a habilidade de ver e falar com fantasmas. Através dela, Soon-ae conhece o chef Kang Sun-woo, por quem a própria Bong-sun é apaixonada. Assim, as duas fazem um acordo: Bong-sun permite ser possuída para resolver o problema de Soon-ae e em troca, Soon-ae a ajuda a conquistar o chef.
Claro que a história não é só sobre isso, envolvendo também as descobertas de Soon-ae sobre as circunstâncias sinistras de sua própria morte.
Vale um ponto extra pela maquiagem dos "demônios".


quarta-feira, 26 de julho de 2017

DMP | Desapego | Livros para troca no Skoob | #1

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Olá você! Como vai sua semana? Andei meio distante do blog esses dias, mas foi por um bom motivo: não estava afim. Escrever por escrever não faz bem a ninguém, então eu só deixei estar.

Hoje, volto para falar sobre os livros que coloquei à disposição para troca pelo Skoob Plus. São bons livros, bem conservados e dos quais eu gosto um pouco - mas não o suficiente para ler novamente.

Link para meu perfil no Skoob - Lembrando que só vou fazer trocas com quem participar do Skoob Plus.

Vamos a eles:

1) As crônicas de Nárnia - volume único - C. S. Lewis - Resenha

Eu comprei esse livro há uns dois ou três anos, li e não achei aquelas maravilhas que todo mundo fala. Acho que meu limite para infantil foi Pedro Bandeira e Harry Potter, porque depois disso, nenhum livro me interessou muito.

Estou disponibilizando o livro por 2 créditos, porque ele está em bom estado. Sem rabiscos e sem dobras nas páginas. Leve dobra na capa.











2) A culpa é das estrelas - John Green - Resenha

Bom, esse é um dos meus livros favoritos entre os que estou disponibilizando. Eu realmente me apaixonei pela história e, nesse caso, não é que eu não queria ler novamente. Mas realmente não tenho mais espaço para acumular livros. Então, esse foi sorteado.

O livro está em ótimo estado. Sem dobras, sem rabiscos, sem qualquer sinal de estrago. Comprado em 2013. Disponibilizado por 2 créditos.











3) Cidades de papel - John Green - Resenha

Mais um livro do John Green na lista. Só que desse eu não gostei muito. É um daqueles raros casos em que o filme é melhor. O que também não significa que o livro não seja razoavelmente bom.

Também está em ótimo estado de conservação, comprado em 2016. Liberado por 2 créditos.












4) Os três mosqueteiros - Alexandre Dumas - Resenha

Bom, esse já é um caso mais complicado na minha vida. É um clássico da literatura, que muita gente ama, principalmente Hollywood.

Eu gostei, mas não amei.

O livro está em bom estado de conservação, considerando que é de quando minha mãe era adolescente. As páginas são brancas e a capa é dura.

O único problema é que, quando fui tirar os marcadores adesivos, uma página ficou com uma manchinha quase imperceptível. Estou liberando por 1 crédito.





Tem outros livros que estou disponibilizando, mas como ainda não tirei foto deles, vou deixá-los para o próximo post.

Até a próxima, tenham uma ótima semana e fui =].

domingo, 16 de julho de 2017

Série | Recomendação | Favoritas | Parte 1

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Olá de novo! =D

Hoje eu vim falar sobre as minhas séries favoritas, só porque senti vontade mesmo... E porque hoje estreia a sétima temporada de Game of Thrones e não consigo me aguentar de ansiedade =P

As séries que vou citar aqui são muito diferentes entre si e boa parte delas ainda não terminaram. Algumas nem são assim tão boas, mas gosto não se discute. Nem com você mesmo.

*

1) Supernatural



Já cansei de ler nos comentários do Omelete ou do Jovem Nerd, toda vez que eles postam alguma coisa sobre a série: "Supernatural deveria ter acabado na quinta temporada".

Amigo, se você não gosta, não assiste. Se acha que deveria ter acabado na quinta temporada, ótimo. Eu até concordo com você. É muito fácil ver em que pontos a série andou passando um pouco dos limites, forçando uma mitologia só para dar continuidade à trama. Então, sim, eu entendo seu comentário. No entanto...

Eu gosto da série mesmo assim. E sabe porquê? Porque os próprios atores e produtores não se levam a sério. Isso pode não parecer uma coisa boa, mas veja por esse lado: é apenas um bando de gente se divertindo fazendo o que gostam e entretendo pessoas que querem consumir o produto deles. Qual o problema disso?

Claro, tem só uma coisa que realmente me incomoda em alguns momentos: o excesso de drama entre os irmãos. Tem lá bastante coisa que gosto nesse aspecto, mas tem aquela pisada fora da linha que é difícil perdoar. Eles são mutualmente dependentes e começo a achar que isso é caso para um psicólogo.

De qualquer forma, a série fala sobre dois irmãos que caçam criaturas sobrenaturais pelo país. Lá no comecinho da série, a proposta era encontrar o pai e o demônio que causou a morte de sua mãe. Depois, foram impedir o Apocalipse e, desde então, cada coisa que eles resolvem acarreta outro problema e por aí vai.

Alguns dizem que a série vai durar enquanto os protagonistas quiserem fazê-la, outros já estão colocando um ponto final na temporada 14 ou 15. Não sabemos direito. Talvez esteja na hora de terminar, mas para ser sincera, já estou sentindo saudade desde já.


*

2) Orphan Black



Essa série foi uma grande surpresa para mim. Eu já tinha visto a propaganda na Sony e ouvido a Aline do Omelete falar muito bem da trama, mas um dia, depois de assistir Sense8, resolvi arriscar essa.

E que série, minha gente!

Trata-se de uma série de ficção científica na qual a clonagem de seres humanos é possível. Sarah, uma criminosa que está voltando para casa depois de muito tempo para recuperar sua filha, encontra em uma estação de trem uma mulher muito parecida com ela mesma. As duas se olham por alguns instantes, até que a outra mulher simplesmente deixa a bolsa para trás e pula na linha do trem. Sem entender o que acaba de acontecer, Sarah vai até a bolsa da mulher e pega sua carteira.

A partir daí, ela assume a identidade da mulher, mas seus problemas apenas começam. Isso porque ela descobre que Beth (a mulher que se jogou na frente do trem) é apenas uma das muitas mulheres que se parecem com ela. Tem a dona de casa Alison, a cientista Cosima, a assassina Helena e por aí vai.

Sério, é boa!


*

3) Sense8



Tá, nem é justo indicar uma série que foi cancelada, mas a Netflix prometeu fazer um episódio especial de duas horas para dar fim à trama, então, na minha concepção, vale sim. Além disso, a série é muito mais que a sua trama. Ela fala de questões humanas, acima de tudo, sobre diversidade e a necessidade de termos mais empatia.

A história fala sobre oito pessoas de diferentes lugares do mundo que, do dia para a noite, começam a se conectar psiquicamente. Eles podem conversar como se falassem a mesma língua, acessar habilidades uns dos outros, e até sentir o que o outro sente. A cena em que o Lito sente os efeitos da cólica e TPM da Sun é maravilhosa!

Os personagens são cativantes, a trama te deixa realmente envolvido, as cenas são lindas, bem filmadas. Os atores são ótimos. Eu amo muito essa série. Foi terrível saber da decisão da Netflix, mas eu entendo. Era uma série muito cara, para poucas pessoas assistirem: a maioria brasileiros, diga-se de passagem.

Por favor, dê uma chance. São pouco mais de 20 capítulos e 2 temporadas.

Plus: É das mesmas criadoras de Matrix!


*

4) Game of Thrones



É, pois é. Eu não ia citar a série lá em cima só para deixá-la de fora da lista, né.

Acho pouco provável que ainda haja alguém que não conheça a série, mas não custa nada explicar de novo.

Trata-se de uma série de fantasia baseada nos livros de George R. R. Martin e que fazem parte d'As crônicas de gelo e fogo. Tem dragões, lobos gigantes, zumbis de gelo e outras criaturas-estranhas-ainda-não-explicadas. Mas também tem muita intriga política, com famílias nobres guerreando para ver quem vai sentar a bunda no Trono de Ferro. Se é que vai sobrar alguma coisa quando o Rei da Noite chegar. Provável que não.

A mitologia da série é muito complexa para tentar sintetizar em poucas linhas. É preciso assistir. E ler. Aqui no blog temos resenha dos três primeiros livros, que vou deixar linkados abaixo. Eu estou no meio da leitura do quarto livro. Mas vale a recomendação extra aqui: os livros são muito bem escritos, cada capítulo falando de um personagem diferente e a ambientação que o George R. R. Martin faz de cada cenário é uma aula de escrita. Maravilhoso!


*

5) Stranger Things



Outra série da Netflix que simplesmente não podia ficar fora dessa lista. Ela me conquistou desde o primeiro episódio e não sei como pode ter alguém que não se rendeu a essas crianças ainda... né Fred.

Enfim...

A história é sobre um grupo de garotos que descobrem que um de seus amigos desapareceu. Mais: tem um monstro aterrorizando a cidadezinha em que eles moram. E a única esperança deles é uma garota chamada Eleven e que tem poderes telecinéticos.

A série foi criada com a intenção de homenagear os filmes dos anos 80, especialmente as obras de Steven Spielberg e Stephen King.



*

Espero que vocês possam dar uma chance a essas séries, porque elas são maravilhosas e merecem serem acompanhadas. Se já assistiu alguma ou pretende assistir, por favor deixe nos comentários e vamos conversar =]



Links:

As crônicas de gelo e fogo [Game of Thrones] - George R. R. Martin

A guerra dos tronos ] |A fúria dos reis ] |A tormenta de espadas ]